Ir ao futuro?… não custa nada tentar (outra vez).

HoMyfate5

{isto não é um post} Desde muito jovem, quando definia objectivos e projectava realidades futuras, sabia que aquelas poderiam não se realizar — pelo menos a curto prazo. Todavia isso nunca me impediu de, insistentemente, perseguir a hipótese de consumar a sua realização.

A pertinácia, às vezes dolorosa, acabou por dar resultados em várias alturas (poderia usar o termo momentos, ou ocasiões, mas uso aqui “alturas” porque o termo “momento” remete-os para uma cronologia de percepção exclusivamente linear, enquanto que “altura” remete-nos para uma percepção meta-linear).

Talvez isto explique o facto de não ser a primeira vez que tenho a sensação, verdadeira, mesmo que inexplicável, de “déjà vu” em várias ocasiões no percurso da vida—e não exclusivamente quando sou bem sucedido na realização, enfim, de um projecto concebido a priori. A pergunta que fica por responder é se isto acontece pelo facto de antes ter desejado ou projectado com tanta vontade esse futuro, ou se, de facto, arranjei qualquer forma de o ver (i.e., o futuro), mesmo que não tenha a consciência e memória “visível” dessas (in)prováveis viagens no tempo.

Horácio {Tomé Marques}
Original de 2004

Gravitating Waves in My Mind

Pinnacles of Universe Creativity

Powerful tool of the human ingenuity
Also fed by imagination, it is creativity
Artists and scientists flowing processes
Insight, curiosity, synthesis, observation
Curiosity, observation, insight, synthesis

Un-obvious things together proposing putting
New sights on mesmerising things, defying
Putting together things that has to be together
Even if obvious they might be, I mean
The only way mesmerising things can be seen

The most valuable, extraordinary lesson, maybe
We should get from this marvelous discovery
The ultimate mesmerising wonderful things
Are of the universe, himself, creativity

 

Horácio Tomé-Marques
Friday, the 12th February 2016
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The oscillations of trust!

“All the world is made of faith, and trust, and pixie dust.” J.M. Barrie, Peter Pan

{this is not a post} One day I and two friends exchanged a conversation where we discussed the “probability” that we, humans, are a kind of immortal souls that can return to physicality and, as such, our age could be different from the bodies that host us. So, some could be “old” souls that are already around for sometime.

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Brain: the ultimate enactive interface?

{a posteriori: Brain: the ultimate enactive interface?}  Eshofuni@TheAbyss is a multidisciplinary project/performance embracing art, communication design and programming, that proposes an approach towards real-time representation of brain phenomena in performative art contexts using brain-computer interface. The Abyss is an ecologic system inhabited by entities and constituents with graphic and sonic forms — inspired by creatures that form the plankton phenomenon (e.g., zoids) — that interact between themselves and with Eshofuni qua performer ́s avatar. (…)

A paper* and a performance presented @ INTER-FACE: International Conference on Live Interfaces 2014

Horácio Tomé-Marques, Tiago Ângelo, João Menezes
and Bruce Pennycook and Miguel Carvalhais

*ISBN: 978-989-746-060-9

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Eshofuni – from the unseen to the s[cr]een!

{a priori: Eshō-funi} is a japanese Buddhist term: esho is a compound of shoho, meaning life or a living being, and eho, its environment. Funi, meaning “not two,” indicates oneness or non-duality. It is short for nini-funi, which means “two (in phenomena) but not two (in essence).” Ho of shoho and eho means reward or effect. At the most fundamental level of life itself, there is no separation between ourselves and the environment.

From the unseen to the s[cr]een EshoFuni, an approach towards real-time representation of brain data

Horácio Tomé-Marques, João Meneses, Bruce Pennycook and Miguel Carvalhais

ISBN: 978-989-746-036-4

Abstract. In this paper we propose(d) an approach towards real-time representation of brain (…)
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Deus ex machina ou ex digito?

HoMyfate11

{isto não é um post} O conceito da vida como radicado na abstracção das equações, dos algoritmos, da matemática não só como meio de explicação, mas como de veiculação, e mesmo de essência única, é um pensamento milenar, recorrente, persistente, que até já propôs que o universo, antes do big-bang, poderia ser não matéria, mas uma equação—o verdadeiro paradigma da abstracção, a matéria como “coisa” exclusivamente conceptual, ou o afísico como condição primordial de todas as coisas, do tangível e mesmo do intangível.

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Cérebro, uma super rede de pequenas redes.

HoMyfate9

{in Ensaio: Redes, Ritmos, Sincronia e Sinergia*} Vivemos numa idade das redes [Sporns]. Mais do que evidenciar este postulado poderia propor que vivemos numa era que em finalmente começamos a entender que vivemos baseados em redes, e mesmo que a evolução do homem e dos sistemas que o suportam dependem destas.

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Ir ao futuro?… não custa nada tentar (outra vez).

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{isto não é um post} Desde muito jovem, quando definia objectivos e projectava realidades futuras, sabia que aquelas poderiam não se realizar — pelo menos a curto prazo. Todavia isso nunca me impediu de, insistentemente, perseguir a hipótese de consumar a sua realização.

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